1 em cada 4 mensagens sobre energia dos livros de texto não é baseado em evidências a nível científico

23 de janeiro

Por pouco um de cada quatro mensagens sobre fortaleza, que buscam os livros de texto “não é baseada em evidências a nível científico”, refletindo mensagens do tipo ‘respirar pela trompa em vez de pelo orifício evita constipados’.

Revela um inquérito realizado pela Unidade de Gerenciamento do Conhecimento do Sanatório de Partida (Granada).

A estudiosa do Sanatório de Partida e autora principal do estudo, Inês Alfoz, explicou que foram examinados um total de 844 mensagens de energia em livros didáticos de educação primária e secundária “para identificar a altura de evidência a nível científico em que se fundamentam esses textos”.

Depois desse exame, continua a autora, “os classificamos em trio categorias: mensagens com altura alto, médio ou baixo de certeza; mensagens, com uma cota ignoto de certeza, ou mensagens com certeza nenhuma famosa”.

O estudo compendiou a advertência através de 1 de março de 2006 e 1 de junho de 2007 a partir dos livros de texto atuais na cidade de Granada.

Os textos escritos em idiomas diferentes do hispano, as guias para o doutor e os livros que não possuem mensagens relacionadas com a energia foram excluídos.

“Fizemos uma tabela para a distribuição de mensagens e registramos os apontamentos relacionados por ano e a matéria do exemplar de texto”, que identificaram inclusive 237 livros e examinados de forma manual 129 “que cumpriam os requisitos acima estabelecidos”. Usaram 80 como amostra.

Do total de livros da amostra, o 73,7% (59 livros) eram do ensino fundamental e continham 548 mensagens. O número médio de mensagens por manual subiu para 10,6 e as concentrações mais elevadas de conteúdos de frescura se acharam no terceiro ano do ensino médio (37%) e, por matéria, no estudo de Biologia e Mineralogia (32,5%).

Do total de 844 mensagens estudados, 61% foram classificados com uma altura ignoto de certeza, com informações como “os pequenos não devem tempere carente aliança de um desenvolvido para evitar acidentes familiares’ e 15% correspondia à categoria em que se encontra a uma cota de certeza científica.

Um 24,6% não manifestava nenhuma certeza famosa, com enunciados como ‘respirar pela trompa em vez de pelo orifício evita constipados’ ou ‘depois de comer não nades, o processo corante direto pode ser alterado e você pode moldar-se um corte de nutrição’.

Dos conteúdos em que se tinha conhecimento do levantamento de convicção, 6% foram classificados com um alto limite de certeza, como a alegação de ‘a escovação bucal em pequenos débito usar pasta com flúor’; e 7,7% com baixo grau, como ‘a compra de álcool provoca desnutrição e artifício do canon corante direto’.

Também, duas mensagens iam contra a realidade científica com os enunciados ‘Frente a uma lesão, já que constantemente há que guardar repouso’ e ‘há que deterger as feridas com linfa oxigenada’.

Os mais rígidos, as mensagens de fortaleza oral

Por temas, mais de 70 por cento dos posts relacionados com ‘dietas equilibradas e desnutrição’, ‘desinfecção dos alimentos’, ‘charuto’, ‘estilo erótico e AIDS’ e ‘descanso e ergonomia’.

Se fundamentaban em um cota ignoto de certeza. Desta forma, ‘a frescura oral’ registra a maior proporção de mensagens com base em um alto elevação de certeza (37,5%), seguido do ‘gravidez e bebês recém-nascidos’ (35%).

“Nossos resultados sugerem a necessidade de estabelecer normas que indiquem a professores ou editores de livros escolares como escolher as mensagens de energia. Isso facilitaria a pilhagem de conhecimentos verdadeiros sobre esta matéria nos escolares”, concluiu a este respeito Arrabalde.

23 de janeiro