A ventura cardiovascular é maior no sul do que no centro e norte de Portugal

23 de janeiro
A ventura cardiovascular é maior no sul do que no centro e norte de Portugal 1

Em Portugal, a harmonia de pessoas que têm a desgraça cardiovascular é elevada e existem marcadas diferenças geográficas em sua adjudicação, de acordo com o doutor Rafael Gabriel, estudioso do Hospital Universitário da Amizade, e autor principal de um determinado estudo que foi publicado na Gazeta De portugal de Cardiologia, concernente à Sociedade De espanha de Cardiologia (SEC).


O objetivo desta pesquisa é mergulhar as diferenças geográficas que existem na prevalência e mapeamento dos principais fatores de destruição cardiovascular na população de portugal. A comparação contou com 19.729 sujeitos do estudo, divididos por idade, sexo e áreas geográficas. O 55,5 por centena dos participantes eram do sexo feminino e 42,5 por cento, maiores de 65 anos.

Para o estudo geográfico, foram definidas quatro grandes áreas: Norte (Galiza, Astúrias, Aragão, Estado Basco, Navarra, La Rioja), Mediterrâneo (Baleares, Catalunha, Comunidade Valenciana), Centro (Castela-A Mácula, Castela e Bizarro, A villa de madrid, Extremadura) e Austral-este (Andaluzia e Múrcia). “A maior carga de fatores de fatalidade cardiovascular observou-se que as regiões sudeste e do mediterrâneo e a menor, nas regiões norte e centro”, fez o doutor Gabriel.

Para os autores, “o conhecimento dos fatores de obstáculo cardiovascular (FRCV) de doença isquémica cardíaca deixa implementar estratégias de prevenção cardiovascular”. Desta forma, os FRCV mais usuais em Portugal foram, por ordem crescente, a hipercolesterolemia, hipertensão circulatório, nicotismo, adiposidade e cuidado.

Especificamente, o 38 por centena de a população de portugal sofre de hipertensão circulatório, 32 por cento fuma, 23 por cem é obeso, 17 centena tem altas concentrações de colesterol total e 6 por cento é diabético. “Esses valores são semelhantes às de outros países, o nosso contexto”, disse o estudioso.

O estudo ainda mostra que as mulheres apresentam, regra geral, valores mais baixos que os homens, em todos e cada um dos fatores do acidente. O nicotismo é mais comum em idades jovens e tende a diminuir de forma significativa com a idade, sobretudo, no caso das mulheres. A partir dos 65 anos de idade, em troca, a carga de fatores de acidente, excepto para a cadeia, é maior em mulheres que em homens.

As comparações mais elevadas observam-se em hipertensão sanguínea (42 por cem), nicotismo (34,2 por cem), e corpulência (26,5 por cento) no circunscrição sudeste. Depende o estudo, o aumento de peso é ainda bastante comum na população norte (26,8 por cem). O cuidado e a hipercolesterolemia são mais usuais na circunscrição do mediterrâneo.

“Nosso estudo precisamente examina se as diferenças geográficas na carga e a entrega dos FRCV deixariam de explicar as diferenças geográficas observadas na incidência e mortalidade cardiovascular através de áreas”.

Este artigo foi revisado por: Ava Gina 🏆 (1)
23 de janeiro