Uma de cada terceto espanholas pensa em ser mãe após os 45 anos

23 de janeiro

Trio de cada quatro acha que ter filhos aos 25 anos é a loja em breve. Uma de cada terceto espanholas considera que "ainda tem ciclo" de ficar grávida após os 45 anos e tripla cada quatro acha que ter filhos aos 25 anos é excessivo em breve.

Desta forma, constata o Estudo Clearblue, uma pesquisa feita com 1.500 mulheres entre os 20 e os 50 anos de toda a Espanha, realizada na capital de espanha.

Uma em cada quatro afirmou que quer ter um menino "nos próximos dois ou três anos". E é que, para 50% das espanholas o relógio biológico se põe em marcha acima de cumprir os 25 anos e seu desejo de ser mãe aumenta a partir dos 30, o tempo que 8 de cada 10 mulheres deseja ter um filho.

Por comunidades, são as catalãs que sentem depois a necessidade de serem mães. A metade de estima que ter 45 anos de idade não é uma barreira para a gravidez.

Por outro lado, estão as madrilenas, as espanholas que têm acima desejos de ser mães e estão mais prestas a aceitar mudanças trabalhistas para isso.

As andaluzas são pesquisadas mais tolerantes frente às gravidezes precoces (acima de 18 anos) e as que explicam "com menos ilusão" os casais que vão ter um bebê.

São, em anexo, as galegas, as mulheres que relatam com chefes mais detalhados em frente à maternidade.

Uma de cada 10 mulheres, sentiu a necessidade de ter um filho em um momento em que faltava a par definitivo e isso motivou a 8% a pesquisar par.

Entre aquelas que tinham dupla, mais da metade (53%) relatam ter proposto ter um bebê. A maior parte (71%) dos homens apoiaram o advento, um de cada trio pediu para esperar e por pouco o 5 por cem se recusou a fazer isso.

No instante em que decidiu ter um filho, mais da metade das mulheres tinha inconvenientes para chegar ao final do mês (13%) ou bom chegava mais isento poder poupar (38%). No entanto, a maior parte (78%) apostou em harmonizar trabalho e maternidade.

Dois em cada 10 replantearon sua situação sindical frente à previsão de gravidez e uma de cada 10 estudou inclusive deixar seu posto. 22% situou o equilíbrio, o programa e o pagamento em sua lista de prioridades.

Para a maior parte (83%), ser funcionária é a melhor situação sindical para ter um filho, seguido à distância por ser uma trabalhadora autônoma (9,7%) ou assalariada com compromisso assentada (6%).

Por pouco 26% dos chefes que estas mulheres tenham comunicado a sua determinação assistiram a que exteriormente possível, mais de 18% afirmam que seus superiores começaram a perjudicarlas abaixo de saber. A maior parte (55%) optaram pela indiferença depois de saber que suas funcionárias estavam a ser mães.

O cronógrafo biológico do homem

Sobre o relógio biológico do homem, o rastreio (scan) afirma que em dois de cada 10 casos, é ele quem se adianta e pede à mulher para ter um filho.

Por pouco nenhuma mulher se recusa a fazer isso apenas de 1%, embora uma de cada lousa pede para esperar um pouco. Por comunidades, os madrilenos e catalães são os que precedentemente desejam ter um filho.

Deste modo explicou a doutora Saque Verdú, ginecologista de Ginefiv e especialista em fertilidade da Sociedade De espanha de Tocología e Medicina (SEGO).

Aos 20 anos a mulher tem 25% de chances de ficar grávida, mas a partir dessa idade, as opções se dismuyen e ainda a excelência dos óvulos.

Uma mulher de 35 anos tem 17% de chances de conseguir uma gravidez e outra de 45 anos, no meio de um 2 e um 3% das opções, em frente a uma taxa de possíveis abortos que flutua dentro de 30 a 40%.

"A partir dos 45 anos, o milagre de ser mãe pode correr, mas não é o mais frequente", maior a idade da mãe, mais complicações para a criatura.

Este artigo foi revisado por: Ava Gina 🏆 (1)
23 de janeiro