31 de maio: Dia Internacional isento Puro

23 de janeiro
31 de maio: Dia Internacional isento Puro 1

Por ocasião do Dia Internacional desprovido Charuto, Víctor López Garcia Aranda, autoridade da Comissão Nacional de Prevenção do Nicotismo, descreve quais são os principais inconvenientes que há em Portugal no conflito contra a fio.

Há quinquenios, a decisão da OMS no dia 31 de Maio se celebra o Dia Geral Desprovido Puro. Enquanto os últimos anos, a sociedade portugal, por estas datas, sempre ok com determinado covardia a enxurrada de notícias que os profissionais de frescura e os responsáveis ministeriais lhe proporcionábamos sobre a nocividade do puro.

Mensagens como que a cada oito segundos morre uma semelhante na terra pelo uso de cigarros; que um em cada dois indivíduos, que começam a fumar no seu das filhas de montezuma vai morrer precocemente por esse hábito anti-higiênico; que a picada causa nosologías tão comuns como o carcinoma broncopulmonar e de glote, a doença cardíaca coronariana e vascular cerebral; o árduo problema do nicotismo despreocupado são calado tão profundamente através dos cidadãos que, de novo, é diferente, seus políticos e exigem ações enérgicas (não me conta mais do filme, eu sei, dá-me uma solução!).

Observamos, não sem alguma satisfação, a mudança que vai gerando o cidadão hispânico, que, como ansiava Ramón e Cajal, tem de ser motor, não arruela; personalidade, não semelhante.

As soluções são conhecidas, mas chocam-se perto de se constantemente com o poder absoluto da indústria do cigarro, com a vergonha da verdadeira magnitude do problema das menos vezes e, mais, com interesses espúrios.

Tenha o atrevimento de ser absoluto, sem dúvida, mejoraríamos frescura pública com uma educação intensiva desde a escola sobre hábitos de vida saudáveis. Desde 1989, são assinados cerca de convênios anuais através dos Ministérios de Energia, Educação e também Interior mais teóricos que práticos, com poucas dotações e, evidentemente, pobres resultados.

A difusão e a promoção do cigarro dirigem-se, essencialmente, a acuciar os adolescentes a começar a fumar. Cerca de 95% dos fumantes, o que começam a fazer acima dos 18 anos, a maior parte da idade admitido. Em meados de 1998, o Parlamento Europeu aprovou a Directiva sobre a difusão do charuto.

A gordinflas essa política -que praticamente vai fazer com que desapareça o cartaz do puro e que tão bons resultados tem dado dentro os jovens da Bélgica ou França - débito entrar em fins anteriormente de julho de 2001.

Pois bem, no momento em que a maior parte dos governos da União Europeia ainda têm elaborado uma alteração rigorosa e reto, em outras palavras, foram apropriado o código do comarca a essa Diretiva de inevitável cumprimento, em Portugal ainda está em produção.

A soma do cigarro no país é dos mais baixos da União Europeia, apesar de o Banco Geral aconselha repetidas vezes, o excesso de custos, ligeira de que um aumento de 10% significa 5% de redução do consumo, basicamente, em um conjunto de população com apertado poder de compra como os pequenos e adolescentes (este é o único ponto de contato que nos une com a indústria do cigarro, que, além disso, quer um aumento de custos, ainda, para continuar ganhando mais e como medidas dissuasoras de seu consumo).

Para eliminar os problemas estruturais, aconselhamos que se exclua a cadeia da lista de produtos que são utilizados para calcular o IPC, como fizeram outros países, de forma que a soma de custos do puro não tenha efeitos negativos sobre a política econômica.

O despacho para menores de 16 anos é proibida em Portugal e, em algumas comunidades autônomas, inclusive os 18 anos. Desprovido, esta exclusão se viola de forma sistemática, por causa da abundância de máquinas de venda automática, como manobra deliberada para burlar essa norma. Só até o momento em que se legisla, a fim de que os únicos pontos de venda sejam estanques, os pequenos prosseguem tendo simples acesso ao puro.

A regulamentação de espaços sem fumo é conveniente mas, mújol e simplesmente, não se cumpre. É chocante que os cidadãos que entraram em hospitais para curar possam ficar doente por altivez que dominam muitos . Nem comentar o nicotismo dos institutos e os centros de atendimento ao público, sofrido por todos, onde ainda está antirreglamentario legalmente a compra de charuto.

Finalmente, mais milhões de cidadãos espanhóis conseguiram parar de fumar nos últimos tempos, consideravelmente mais desejam fazê-lo, mas lhes falta aliança, uma vez que o tóxico é uma droga com um poder de vício tão forte como o de o narcótico ou heroína e, escasso, não estão no seu direito a empréstimo, mas fora parcial, de medicamentos que se mostraram eficazes no apoio ao abandono.

Este é, a voar pena, o panorama um tanto desolador a situação do nicotismo em Portugal, que, sem dúvida, os administradores podem sofrer mutações com um simples giro ortográfico: meditar mais que nas próximas eleições as próximas gerações.

Este artigo foi revisado por: M. Gibral 🏆 (1)
23 de janeiro