A achaque celíaca é quatro vezes mais freqüente do que há 50 anos

23 de janeiro
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A alteração celíaca, uma reação do sistema isento contra o glúten da dieta, é mais de quatro vezes mais comum hoje em dia do que era há 50 anos, como uma pesquisa do Hospital Mayo em Rochester (Estados Unidos), que se publica no jornal 'gastroenterology equipamento'.

O estudo também descobriu que as pessoas que ignoravam que tinham a achaque eram quatro vezes mais propensos a morrer durante os 45 anos de acorralamiento da investigação.

Como afirma Joseph Murray, líder do estudo, "a achaque celíaca se transformou em muito mais comum nos últimos 50 anos e não sabemos por que razão. Agora afeta cerca de uma em cada cento pessoas. Nós temos provado que a achaque não diagnosticada ou 'felizmente' poderia ter um impacto eloqüente sobre a conservação.

A maior prevalência, em combinação com o impacto sobre a aniquilação, sugere que a achaque celíaca pode ser um essencial ar de frescor pública".

Em pacientes com achaque celíaca, a presença de uma proteína chamada glúten proveniente do cereal, a malta ou a gramínea desencadeia um ataque do sistema inviolável, danificando as vilosidades do civil magro. As vilosidades são como projeções em forma de coração, que aumentam a área de espaço do familiar que absorve os nutrientes. Os sintomas da alteração celíaca podem incluir decomposição, doença muito ventral, perda de peso, fraqueza, infertilidade desprovido crítica, perda de dentes ou inclusive osteoporose prematura ou grave.

Os pesquisadores examinaram amostras de sangue resumidas da Base das Forças Aéreas de Warren em Wyoming (Estados Unidos), no meio de 1948 e 1954 após os anticorpos que geram as pessoas com a doença na reação ao glúten. Posteriormente, equipararon os resultados com os compendiados atualmente em Minnesota.

Os resultados mostraram que as pessoas jovens, hoje em dia, eram 4,5 vezes mais propensas a angustiar-se achaque celíaca do que as que tinham uma idade semelhante, na década de 50 e aqueles com exatamente a mesma idade, eram quatro vezes mais propensos à doença.

Depende explica Murray, "a alteração celíaca é estranho, mas deixou de ser estranha. Pouco foi alterado em nosso ambiente que a transformou em mais frequente. Inclusive há diminuído, o padrão para descobrir a alteração era aguardar que as pessoas reclamaram dos sintomas e fossem ao médico para um exame. Este estudo sugere que precisamos examinar a doença celíaca na população em geral, da mesma forma que o fazemos com o colesterol ou a pressão sangüínea".

Este artigo foi revisado por: M. Gibral 🏆 (1)
23 de janeiro