A angústia físico afeta com mais constância a mulheres do que homens em Portugal

23 de janeiro
A angústia físico afeta com mais constância a mulheres do que homens em Portugal 1

O suplício físico afeta com mais frequência as mulheres do que os homens em Portugal, sendo os calvário leves mais comuns os de cabeça (61% contra 22% dos homens), de costas ou reumatismo (35% contra 22%) e musculares (28% contra 18%), como uma pesquisa desenvolvido por uma empresa de especialistas liderada pelo sociólogo Amando de Miguel e a ajuda de Nurofen.

Este trabalho, especialista 'O papel do farmacêutico na sociedade de portugal', com base nos apontamentos de uma pesquisa efectuada sobre uma amostra de 1.200 pessoas maiores de 16 anos, de cinco comunidades autónomas: Andaluzia, Catalunha, espanha, Lugar Basco e Valência. Para apreciar os apontamentos, se tomou como base a atenção no herbário ao angústia moderado ou leve para saber o gênero de ajuda ou conselho em que a sociedade de espanha demanda e a satisfação com a atenção recebida.

Depende de suas residências, em frente a uma angústia leve, 50 por cento das mulheres pesquisadas apontam que são mais tendentes à automedicação, ao passo que 30 por cento dos homens vai ao médico ou 'suportam o calvário até o momento em que se lhes aval' (26%).

Com relação às circunstâncias em que sobrevém a angústia, as mulheres parecem mais prejudicadas pelas más posturas (75% contra 69% dos homens); por situações de esgotamento e excitação (63% contra 42% dos homens) e pelo afinco ao realizar atividades que requerem grande concentração (39% contra 27% dos homens). Por seu lado, os homens ficam mais prejudicados pelo angústia para trás o exercício (36% contra 29% das mulheres).

Neste sentido, as mulheres com menos de 45 anos continuam sendo as mais prejudicadas, devido às más posturas (82%), situações problemáticas (70%) ou constipados ou constipação (60%).

Cansaço, desânimo e também irritabilidade

Além disso, o calvário afeta mais na vida cotidiana das mulheres (36%), sobretudo nas de menos de 45 anos, que os homens (21%), e que gera fadiga e abatimento (em 54% dos casos) e irritabilidade (42%).

Segundo o sociólogo Miguel, "o conjunto fraco primordial é composto por mulheres de menos de 45 anos, especialmente, devido ao ritmo e modo de vida que leva este conjunto da população, pois são mulheres, mães, trabalhadoras e donas de casa, uma entidade que só acontece em Portugal".

Por outro lado, a sondagem mostra que os espanhóis contam com o farmacêutico e são 'fiéis', uma vez que 7 em cada 10 entrevistados freqüentam continuamente exatamente a mesma pessoa. Neste sentido, as mulheres são mais fiéis a continuar exatamente a mesma apoteca (75% contra 65% de homens), ao passo que os homens tendem a ir para o laboratório, que têm mais tapia em todos e em cada ocasião (29% contra 23% das mulheres).

"As mulheres são mais sensíveis ao sofrimento e às doenças dos membros de sua estirpe e por isso têm a honestidade mais desenvolvida", disse o especialista, que acrescenta que "esta alta confiança dos farmacêuticos aponta que a cultura de saúde neste país é excepcional".

Atualmente, os espanhóis vão para o laboratório, sobretudo, a tomar os medicamentos prescritos pelo seu médico (em 94% dos casos) ou para efectuar verificações de energia (em 27% das vezes). Carente, 26% ainda assiste o laboratório de perguntar sobre a angústia leves ou desconforto, e, no caso das mulheres, essa proporção eleva-se ao 32 por cem.

Soluções do farmacêutico

Os espanhóis valorizam 'bastante positivamente' o papel dos farmacêuticos, em especial, as mulheres apreciam a sua acessibilidade (89% dos casos), ao passo que os homens consideram que podem ir muito que se faça um emprego justo dos medicamentos (88%) ou na resolução de problemas médicos (71%).

Além disso, a atenção recebida por parte do boticário é realmente bem considerado, tanto por homens como por mulheres, sobretudo, a confiança (88%), tanto que seus conselhos lhe dão tranquilidade; a proximidade (92%), pois utilizam um fala outro lado, e a sua formação (86%), ao convidar recomendações eficazes.

Escasso, no futuro, os entrevistados reivindicam melhorias na atenção farmacêutica, sobretudo, uma maior intervenção e uma aparência mais pró-ativa por parte do ervanário no momento de prosseguir e na solução de seus problemas médicos, tanto que hoje só dão conselho, no momento em que se lhes pede, de acordo com a carga.

Este artigo foi revisado por: M. Gibral 🏆 (1)
23 de janeiro