A duração da gestação depende da estrutura da placenta

23 de janeiro

A gravidez de nove meses em humanos é influenciado pela estrutura da placenta, desta forma observa uma investigação sobre a evolução da reprodução nos mamíferos, elaborado por estudiosos da Escola de Durham, no Reino Unido.

O estudo mostra que os bebês medran o dobro de rápida no seio de alguém mamíferos em confronto com outros.

A diferença nas taxas de desenvolvimento assemelhava a dever-se à estrutura da placenta e da maneira que liga a mãe e filho.

A pesquisa descobriu que tudo o que mais é a junção, no meio dos tecidos da mãe e do aborto, com maior diligência medra o bebê e a gravidez é mais curto.

As descobertas auxiliam a explicar por que razão os seres humanos, cujas placentas não formam a complexa estrutura semelhante a uma rede que se observa nos animais, tais como cães e leopardos, têm gravidezes indeterminadamente longos.

A estrutura da placenta é muito, muito diferente, no meio das espécies de mamíferos ainda tenha exatamente a mesma função básica em todos .

Os cientistas apontam que, apesar da especulação, as razões para esta alteração tem sido um mistério, enquanto mais de 100 anos, até o momento.

Os estudiosos examinaram registros de 109 espécies de mamíferos e mostram, pela primeira vez, que a estrutura da placenta, influencia a firmeza da gravidez nos mamíferos.

Os cientistas apontam que a placenta em alguém mamíferos é bastante 'dobrado' e cria uma cara maior, aumentando o imposto a que os nutrientes passam da mãe para o filho.

Este tipo de amassado é uma forma corrente em que a evolução foi ousado o inconveniente de agigantar o espaço na substância dos animais.

Observa-Se em muitos tecidos em que um círculo de superfície maior requer um alechugado em um espaço pequeno, incluindo pulmões, familiar e casca desapaixonado.

As fêmeas de todas e de cada uma das espécies de mamíferos desenvolvem de gestação, o tempo que concebem, incluindo a murceguillos, baleias e elefantes.

A placenta conecta o resto em desenvolvimento com a barragem do seio para aceitar a coleta de nutrientes, o envolvimento de muitos restos e a suplência de gases a inclinação do fornecimento encarnado da mãe.

Os estudiosos estudaram o curso da gravidez, a estrutura da placenta e o tamanho da ninhada em mamíferos e examinaram como essas peculiaridades são modificados durante a evolução dos mamíferos.

Descobriram que, apesar de que a placenta tem exatamente a mesma função em todos e cada um dos mamíferos, há algumas diferenças estruturais destaques.

De antemão, estimava-se que este contacto directo através do sangue da mãe e da placenta refletia um choque de forças, através do que se dava e recebia.

Neste confronto se pensava que a mãe precisava reservar uma parte de seus recursos para seus outros descendentes, mesmo o aborto 'pedir' mais energia para medrar.

"Este estudo mostra que não é necessariamente o contato com o sangue materno, o que determina a aceleração do desenvolvimento, mas sim a extensão em que os tecidos da mãe e a criança estão unidos, ou dobrados, dentro sem dúvida".

"Em humanos, a placenta tem ramificações simples, semelhantes a coração com uma tomada parcialmente limitada no meio dos tecidos da mãe e do embrião.

Ao passo que os leopardos, forma uma complexa rede de interligações que cria um círculo de área maior para a suplência de nutrientes".

A luta pais-filhos é universal, dado que desde o instante da fecundação das fisiologías de mãe e filho moldamse para alcançar os objetivos sutilmente diferentes no conceito de excesso que medra a criança.

"Uma vez que não encontramos diferenças na medida dos bebês no momento em que nascem, se assemelhava a conseqüência desse confronto é um tipo de equilíbrio em que um aumento mais rápido é compensado com uma gravidez mais curto".

Este artigo foi revisado por: M. Gibral 🏆 (1)
23 de janeiro