As conmuevas negativas aumentam a contingência de angustiar-se arritmias

23 de janeiro

O esgotamento mental, originário das conmuevas negativas, como o cabreo, causa alterações no coração de certas pessoas que podem ser traduzidos em um maior empecilho de irregularidade e descanso cardíaco.

Essas são as conclusões de uma investigação da Faculdade de Yale (EUA) que aparece hogaño publicada no "Journal of the American College of Cardiology". Os cientistas estimam que o estudo das mudanças elétricos produzidos no coração pelas conmuevas fortes pode contribuir para adivinhar a desgraça de aturar arritmias e a estimar a congruência da implantação de um desfibrilador.

Estudos anteriores haviam alertado da existência de uma maior incidência de morte súbita cardíaca em momentos de grande ansiedade mental para a população, como uma guerra ou um tsunami.

Desprovido, os cientistas afirmam que essa pesquisa traz, pela primeira vez, evidências sobre a relação através das conmuevas intensas, as arritmias e paradas cardíacas.

"É uma investigação essencial porque começamos a entender como a raiva e outros gêneros de angústia podem causar arritmia ventricular mortais, fundamentalmente, no meio de doentes com anomalias estruturais do coração", aponta a responsável pelo estudo, Rachel Lampert. O computador estudioso submeteu a um teste de angústia mental induzido a 62 pacientes que tinham implantado um desfibrilador cardioversor. A cardioversão é um mecanismo que restitui a aceleração corrente do coração e que é usado em pessoas com problemas de ritmo cardíaco (arritmias).

Dos 62 indivíduos estudados apresentaram achaque de artéria coronária ou cardiomiopatia dilatada.

Sexo a três meses após a implantação do desfibrilador, os cientistas pediram aos pacientes que rememoraran uma situação quente em que estivessem irritados ou desapontado.

Nesse instante, mediram a continuidade elétrica do coração através de um gênero de ondas, chamadas TWA, e também fizeram uma perseguição de 37 meses para prestação de serviços notariais quem apresentaram arritmias que exigissem a atividade do desfibrilador. 16 por centena de indivíduos precisou da ação do desfibrilador e foram plenamente aqueles que mostraram maiores níveis de ondas na prova.

"Os pacientes com níveis mais altos de ondas TWA induzidas pela raiva tiveram mais hipóteses de testar arritmias que precisaram de o veredicto do desfibrilador", aponta Lampert, um obstáculo que pode ser inclusive a 10 vezes mais do que em outros pacientes.

Esta relação se sustentava, inclusive, no momento em que se tiveram em conta os fatores clínicos que predispõem a altos níveis de ondas, aceleração cardíaca e fibrilação ventricular. Os estudiosos defendem que o estudo das ondas TWA é um "essencial vidente de arritmias" com o que sugerem que se use para escolher a aqueles pacientes que possam se beneficiar da ação de um desfibrilador.

Ao contrário do que acontece com o exercício físico, a ansiedade mental não eleva a taxa cardíaca de forma muito significativa, por isso, os cientistas sugerem que as mudanças no coração podem dever-se ao efeito directo o hemostática nas células cardíacas.

Mas é preciso uma pesquisa mais profunda, a equipe recomenda que os pacientes com inconvenientes cardíacos que participem em terapias que lhes ajudem a lidar com sua raiva e outras conmuevas negativas.

Este artigo foi revisado por: M. Gibral 🏆 (1)
23 de janeiro