Não dormir nos faz mais feios

23 de janeiro

Como toda a terra sabe, a nossa sociedade de aquisição é uma fonte aproximadamente longo da vida de paradoxos; determinadas exteriormente ternas, outras infelizmente absurdas.

Uma , mais próxima ao primeiro conjunto, em que o delegado, acaba de ser posta de manifesto por uma equipe de cientistas na Suécia, e poderia ser traduzido como fala liso através da próxima contradição.

Em que grau mais ofuscados estamos com a imagem, mais nos agrada viver a noite; o que, por sua vez, nos faz ter um cariz assustador ao dia depois.

O estudo, que realmente é uma sorte de zombaria de natal, a partir do Centro Karolinska, de Estocolmo (Suécia), e forma uma parte do último número do 'British Medical Journal' (BMJ).

Esta publicação, uma referência no ambiente de frescura, se dedica de forma tradicional, um específico de natal aos relatórios que tratam de temas mais malucos, ainda demanda dos "requerimentos padronizados" frequentes em qualquer investigação.

Mais de 30 voluntários foram privados de sono e ele desenhou um estúdio completo de imóveis para prestação de serviços notariais, que, naturalmente, o sonho se observa na aparência, e o resto nos parecem mais bonitos no momento em que temos dormido bem.

A prova, dirigido por John Axelsson, do Departamento de Neurociências do Hospital da referida criação, contou com 33 participantes, de dentro, 18 e 31 anos.

Todos foram retratados através das duas e as três da tarde, da primeira vez atrás ter dormido bem e uma segunda, em seguida, ser privados de sono.

Ao longo do período que durou o estudo, executado nos Laboratórios do Sono da capital sueca, não se deixava álcool, e não se admite voluntários fumantes, tanto que esses dois hábitos teriam acentuado o mal cariz dos sujeitos.

A pesquisa, chamada de 'Beauty sleep' ('Divindade do sonho'), controlaram todos e cada um dos possíveis efeitos com um efeito de distorção da imagem: se usou exatamente a mesma luz, exatamente a mesma câmera e exatamente a mesma expressão facial, sem maquiagem nem penteados que cubra o rosto, e constantemente exatamente na mesma sala.

A diferença reside no fato de que pela primeira vez tinham dormido oito horas, e a segunda agora levava 31 horas lúcidos, que se somava a um repouso apertado na escuridão passado.

Posteriormente, foi solicitada a 65 observadores voluntários que afirmaran se viam sinais de cansaço ou falta de energia nas imagens que se lhes mostrava.

Os observadores, não conheciam a peça do ensaio, nem se as pessoas que viam tinham dormido bem ou mal, mas atribuíram valores significativamente maiores de frescor e delicadeza os semblantes retratados depois de ter dormido bem.

"No momento em que se lhes privava de sonho, a gente era avaliada como menos conveniente, mais fraca e menos atraente que, depois de uma crepúsculo do sonho corrente".

Especificamente, a percepção de frescura descia uma média de 6%, a do jovem é reduzido em 4% e a do cansaço foi aumentando 19% se a pessoa tinha dormido mal.

Estes resultados, congruentes com o que se sabe com relação aos efeitos da falta de sono, podem ter relevância na prática médica.

"Estudos futuros poderão centrar-se na importância dessas pistas faciais em ambientes clínicos".

"Pode ser explorado se os médicos são melhores do que a população média em localizar o sonho ou a fortaleza desde os traços do rosto", constituem para manter esta linha de pesquisa... Talvez as próximas Natal, se as crises não o impedem.

Este artigo foi revisado por: M. Gibral 🏆 (1)
23 de janeiro