Uma reportagem relata a bagunça de criança, que cura com células de seu irmão

23 de janeiro

A reportagem "André e João", pré-selecionada para o prêmio Goya na categoria de reportagens curtas, relata o processo de cura de Andrés Marechal, uma criança de oito anos que sofria de beta talassemia e que se curou graças a um implante de células-tronco de seu irmão Javier.

No próximo dia 12 de janeiro, foi exactamente um par de anos desde o momento em que Andrés foi objeto de uma mudança de células-tronco extraídas do cabo umbilical de seu irmão João, que foi o primeiro menino natural de um feto escolhido modificados com fins terapêuticos.

A atuação foi o antídoto para a doença -um tipo bastante grave de desnutrição hereditária - que, como lembra da mãe, Solidão Portas, "era, como todos, insanable".

O grupo Marechal-Portas há estas declarações depois de ver pela primeira vez a reportagem, dirigido por Juan Díaz Mediacaña e produzido por José Antonio Pelayo e Rafael Linares.

"A reportagem nos deu a oportunidade de contar o que não conseguimos contar, então, em ocasiões porque era bem difícil de explicar o que estava a viver, outras porque ao revestimento dava a sensação de que o que mais interessava era o litígio da Igreja".

"Parecia que a excelência de vida de meu filho ia atropelando e no momento em que me afirmaram que sua crença de vida era de 35 anos, decidi que de talassemia não iria morrer; também queria ter um filho diferente e se eu também poderia salvar a vida de seu irmão, não se podia exigir mais, acho que qualquer mãe teria feito o mesmo".

"O mal que se passava com as pílulas", depois de ver as imagens em que sua mãe lhe dava os fármacos; mas seu pai diz que "o ínfimo eram as oito horas que deveria passar cada anoitecer ligado para o torpedo de cerveja".

"Você sabe que minha mãe aprendeu a colocar o artefato clicando em um descanso?".

O grupo agradece toda a ajuda acolher, desde os vizinhos de Algeciras (Cádiz), a cidade em que vivem, inclusive o médico da equipe, mas reconhece que chegou a sentir que a "pressão" foi "excessiva".

"Chegou um momento em que só me perguntavam o que desejavam perceber, atualmente, apenas desejamos corresponder a possibilidade de poder contar que tem tesão bem, mas zero porque somos uma raça como qualquer outra".

"Não me agrada o de 'nenê droga' porque a minha cara não é um tablet", "mas se me falam de chico milagre, acaso, sem dúvida, porque para o que tem sido" .

Andrés, que insiste que seu irmão são "irmãos de sangue", agora não precisa farmácia ou levar máscara para evitar o contágio e assiste ao instituto com calma graças a implantação.

"O que mais me agrada da reportagem é no tempo que eu saio jogando ao esporte, primeiro sozinho e ao ápice com todos e cada um dos pequenos".

Este artigo foi revisado por: M. Gibral 🏆 (1)
23 de janeiro